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Procrastinação - por que o ato de “deixar para amanhã” pode fazer mal à sua saúde
13
Out
2017
Existem vários fatores que levam a uma pessoa procrastinar. E muitas delas são resultado de ações subconscientes da nossa mente das quais não temos controle.




O ato de procrastinar afeta nossa saúde e principalmente o bem-estar, pois não nos sentimos bem quando adiamos uma meta importante. Estudo realizado pelo Departamento de Psicologia da Univerdade de Carleton, no Canadá, aponta que pessoas que têm o costume de adiar, apresentam mais dores de cabeça e de estômago e ficam doentes com mais frequência. Além disso, procrastinar pode ocasionar aumento no nível de estresse, baixando as defesas do sistema imunológico e abrindo espaço para doenças infecciosas.
                                                                                    
Esse tipo de atitude não é um problema quando feito esporadicamente, mas o sinal de alerta começa a soar quando procrastinar se torna um hábito. Os efeitos também podem ser evidenciados no trabalho, já que a procrastinação está diretamente ligada à baixa produtividade. A sensação de bem-estar nunca é completa, pois junto com ela aparece a culpa. Temos plena consciência de que deveríamos estar concentrados em terminar o trabalho em questão, no entanto, optamos por fazer outras coisas menos importantes, como por exemplo, navegar na internet, jogar vídeo game, etc. E conforme o prazo de entrega vai se aproximando, a ansiedade domina nossa mente. Na maioria dos casos, quando não acontece uma mudança real na forma de pensar e agir, o indivíduo corre o risco, inclusive, de perder seu emprego.
 
O mais impressionante é que alguns procrastinadores conseguem reunir esforços e fazer o que precisa ser feito nos “45 do segundo tempo”. Mas a qualidade do que é entregue costuma ser bem duvidosa. E há casos ainda piores. Aqueles que além de procrastinar não conseguem sequer usar toda a ansiedade gerada para tomar uma atitude e acabam simplesmente não entregando resultados. A procrastinação frequente se transforma num problema crônico, ou seja, numa espécie de doença comportamental, pois desencadeia: estresse, tristeza, desmotivação, apatia, falta de confiança, entre outros.
 
Com a repetição desse comportamento, procrastinar se torna um tipo de vício que faz com que a pessoa, mesmo já prevendo seu sofrimento futuro e sabendo das consequências negativas de suas ações, continue a deixar tudo para a última hora. Assim, entregar projetos e demandas de trabalho dentro dos prazos ou mesmo comparecer a um compromisso profissional importante se tornam tarefas difíceis para o procrastinador. Na vida pessoal do procrastinador seus comportamentos não são muito diferentes. Também nesse contexto, o indivíduo que protela vive a arranjar mil e uma desculpas para adiar seus compromissos e não colocar em prática suas metas. Deste modo, ações corriqueiras como iniciar uma dieta, fazer uma poupança, exercícios físicos, cuidar da saúde, dar maior atenção aos estudos, resolver pequenos problemas domésticos ou mesmo dedicar mais tempo às relações familiares e amorosas, ficam sempre em segundo, terceiro, quarto planos.
 
Se você quer vencer a procrastinação definitivamente, a melhor maneira de obter sucesso na sua empreitada é usar a força de vontade como impulso inicial e depois garantir a consistência, transformando a ação em um novo hábito. No próximo artigo veremos como combater a procrastinação. Um abraço e bora pra ação!
 
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Fonte: Rangel Lima - Psicólogo e Master Coach


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